21 agosto 2007

Grateful Dead

Não sou um Deadhead, mas bem que gostaria de ser um deles.
"Deadhead" é o nome dado pro fã incondicional de Grateful Dead.
Esse termo foi criado a partir de 1971, quando o Grateful Dead lançava seu segundo álbum ao vivo e o termo aparecia num texto da contra-capa do LP.
A partir daí a legião de fãs e seguidores do Grateful Dead passaram a ser chamados de "Dead heads".
Uma das minhas bandas favoritas daquela california flower power do final da decada de 60 é sem dúvida o Grateful Dead.
Desde seu álbum de estréia de 1967 e atravessando várias gerações a banda do saudoso guitarrista Jerry Garcia manteve um padrão de qualidade que poucas conseguiram.

Jerry Garcia morreu em agosto de 1995, mas a banda continua sendo uma das mais cultuadas do planeta.
Quando disse que gostaria de ser um Deadhead é porque uma das minhas grandes frustrações é não ter a discografia completa do grupo.
Infelizmente não me contento com downloads, ainda pertenço àquele passado do formato físico, se não for o cd original ou vinil prá mim não vale.
Mas haja grana prá tudo isso, digamos que tenho 70% dos discos deles já lançados.
O que me falta completar é a coleção de gravações da série ao vivo chamada "Dick´s Picks".
Essa série começou em 1993 graças a um arquivista de gravações ao vivo do Dead chamado Dick Latvala, que morreu há seis anos atrás.
Mesmo após sua morte a série Dick´s Picks continuou lançando seus volumes, este ano foi lançado o volume 37 da série Dick´s Picks ( 4 cds ao vivo).
Só consegui chegar no volume 18 dessa série, pois a maioria dos cds são edições duplas, triplas ou quadruplas e como falei anteriormente, haja grana pra tudo isso.
Além dessa série a Rhino ainda lança periodicamente outras séries ao vivo, como essa recente
"Three From The Vault", que chega ao seu terceiro volume em edição dupla.
Essa eu peguei recentemente e contém gravações ao vivo do show no Capitol Theatre em NY no ano de 1971.
É mais um daqueles grandes shows do Grateful Dead, talvez a melhor banda ao vivo de todos os tempos. Daí se explica o fato de até hoje sairem gravações ao vivo da banda e da longevidade da série Dick´s Picks.
Cada show do Grateful Dead era uma celebração musical regada com os melhores improvisos, versões extendidas de clássicos da banda e clássicos do rock and roll. Nesse "Three From The Vault" destaque para a cover de "Johnny B Goode" de Chuck Berry e a versão de 18 minutos para o clássico "Good Lovin´" do grupo The Rascals.
Para saber mais sobre essa tão cobiçada discografia do Grateful Dead visite o site:
http://www.dead.net/



2 comentários:

somehead71 disse...

Kid,

Nem eu tenho todos os Dick’s Picks! :))) ...Mas quem precisa de Dick’s Picks?, Com as centenas de novas Charlie Miller transfers pipocando todo dia aqui e ali. Tem shows circulando aí com áudio tão bom ou melhor que os Dick’s Picks – só a título de exemplo, as novas transferências das famosas Betty Boards, de entre 71-77, estão imperdíveis!

O ponto pra se entender a dimensão atual do Grateful Dead é basicamente o seguinte: quantidade e qualidade de material disponível. Que outra banda tem 10% da quantidade de material gravado que o GD tem?? ...A maioria soundboard recordings cristalinos, de circulação irrestrita. ...(claro que conta tratar-se de um coletivo musical extremamente criativo, ousado e destemido no campo da improvisação coletiva irrestrita, capaz de surpreender o ouvinte atento a cada novo compasso, ...mas de que isso adiantaria hoje, se os registros não existissem?).

Se quiseres algum show em especial, ficarei feliz em supri-lo, se constar da minha coleção de atualmente 358 títulos em formato lossless, linhagens puras e devidamente registradas no db.etree.

Abs,
Somehead71

Pedro disse...

Eu amo Grateful Dead.

Nense!

Maconhaaaa!